Foi há 10 anos. Estava num acampamento com uma amiga. Só tínhamos uma cassete que ouvimos durante uma semana inteira: de um lado havia Sérgio Godinho e Led Zeppelin, do outro lado tinha Jorge Palma. Recordo nitidamente as tardes de sol que raiavam entre os ramos das árvores ao som da Estrela do Mar e da Terra dos Sonhos. Foi assim que conheci o Jorge.
Meses mais tarde, dirigiram-me ao meu primeiro concerto de Palma: num anfiteatro ao ar livre em Tondela. O concerto surpreendeu-me de tal maneira que chorei. Não estava preparada.
A partir daí, tinha em casa CDs emprestados e K7's gravadas. Ouvia música no quarto por razões que hoje desconheço. Só sei que muitas tardes eram passadas na companhia do Jorge, nos momentos mais lúgubres e fatalistas do "Só" e nas horas primaveris do "Acto Contínuo".
Em 2002, dois anos antes de entrar na Faculdade, vim a Lisboa. Uma amiga disse-me que este concerto seria o melhor das nossas vidas. E foi. No Teatro Villaret. Quando fiz 18 anos, deram-me o CD duplo deste concerto. Nunca imaginava que os nossos berros ficariam gravados no início de algumas músicas. Foi nesse álbum que descobri que a minha música preferida era a "Yoggi Pijama", ouvia-a incessantemente em loop...e só anos mais tarde é que conheci a versão original.
Passado este tempo, encontro o Palma no mundo real, com os pés na terra e com a cabeça por vezes no ar, longe da minha idealização tipicamente adolescente. Ele é um homem e um ser humano que me recebe, dizendo: "Rita: Bem-vinda".
Hoje, o Jorge está comigo, não só no Mp3 player, mas no coração. Espero que a gente continue a andar nesta estrada, nestes rumos que me têm levado a conhecer novas pessoas, caminhos virtuais e o suado backstage dos palcos.
E porque é por causa dele que estamos todos aqui, eu vos saúdo (não liguem ao tom paternalista e desculpem o post intromissivo que será o único do género).
Que os PALMANÍACOS continuem neste registo, sem perder todas as oportunidades de partilhar risos com a plateia e com o artista, especialmente quando ele baralha as letras das músicas.
Obrigada Jorge Palmaníacos!
Meses mais tarde, dirigiram-me ao meu primeiro concerto de Palma: num anfiteatro ao ar livre em Tondela. O concerto surpreendeu-me de tal maneira que chorei. Não estava preparada.
A partir daí, tinha em casa CDs emprestados e K7's gravadas. Ouvia música no quarto por razões que hoje desconheço. Só sei que muitas tardes eram passadas na companhia do Jorge, nos momentos mais lúgubres e fatalistas do "Só" e nas horas primaveris do "Acto Contínuo".
Em 2002, dois anos antes de entrar na Faculdade, vim a Lisboa. Uma amiga disse-me que este concerto seria o melhor das nossas vidas. E foi. No Teatro Villaret. Quando fiz 18 anos, deram-me o CD duplo deste concerto. Nunca imaginava que os nossos berros ficariam gravados no início de algumas músicas. Foi nesse álbum que descobri que a minha música preferida era a "Yoggi Pijama", ouvia-a incessantemente em loop...e só anos mais tarde é que conheci a versão original.
Passado este tempo, encontro o Palma no mundo real, com os pés na terra e com a cabeça por vezes no ar, longe da minha idealização tipicamente adolescente. Ele é um homem e um ser humano que me recebe, dizendo: "Rita: Bem-vinda".
Hoje, o Jorge está comigo, não só no Mp3 player, mas no coração. Espero que a gente continue a andar nesta estrada, nestes rumos que me têm levado a conhecer novas pessoas, caminhos virtuais e o suado backstage dos palcos.
E porque é por causa dele que estamos todos aqui, eu vos saúdo (não liguem ao tom paternalista e desculpem o post intromissivo que será o único do género).
Que os PALMANÍACOS continuem neste registo, sem perder todas as oportunidades de partilhar risos com a plateia e com o artista, especialmente quando ele baralha as letras das músicas.
Obrigada Jorge Palmaníacos!













