sexta-feira, junho 30, 2006

Jorge Palma em Évora

Integrado nas Festas de S. João de Évora, amanha, dia 1, Jorge Palma vai actuar no Jardim Público pelas 22h.

Tiago Branco

domingo, junho 18, 2006

Jorge Palma e Vicente na Visão...

...desta semana (nº693, de 15-21.06.06), numa reportagem intitulada "Pai, filho e... espírito "Rocker"...

O Mestre e o Castor têm direito a uma foto nas 2 páginas iniciais e mais uma página com fotos incluidas!

Para além dO Mestre e do Castor, a reportagem também inclui os pares (pai/ filho) António Manuel Ribeiro/Tó Corte Real; Kalú/Fred e Jorge Romão/Tito Romão.

Nanda

Ainda Jorge Palma no Porto...

Jorge Palma 01h00
Chamam-lhe trovador dos tempos modernos. Com mais de 30 anos de carreira, Jorge Palma ocupa um lugar de destaque no panorama musical português e por onde quer que passe é notícia. Repleto de histórias para contar, o músico e compositor vem à Casa da Música, naquela que é, tradicionalmente, a noite mais longa do Porto: a noite de S. João.


Referência da música popular portuguesa, Jorge Palma é o senhor do palco, um lugar comum para o mestre das canções. Nesta noite de festa, o músico apresenta-se a solo e, satisfazendo a vontade de todos, vai recordar os grandes clássicos da sua carreira. Mais de 30 anos depois da estreia discográfica com «Uma Viagem na Palma da Mão», Jorge Palma conta com um reportório invejável de onde se destacam «Bairro do Amor», «Jeremias, o Fora da Lei», «Estrela do Mar», «Terra dos Sonhos», «Frágil», «Só», «O Lado Errado da Noite», «Cara de Anjo» ou «Portugal Portugal». Para além dos clássicos, os temas do último «Norte» - o segundo álbum em 15 anos - também farão parte do alinhamento desta noite de festa. U m álbum pensado, composto e gravado em Gaia onde a pronúncia do Norte é dominante. Uma espécie de "virar de página" nos caminhos de Jorge Palma, uma nova orientação construída sobre a sensibilidade musical de sempre.

Porque é S. João, a Casa da Música convida os portuenses, e todos os entusiastas, a recordar canções que marcam a história da música portuguesa, entre martelos e balões.

(in www.casadamusica.com)


Nanda

quarta-feira, junho 07, 2006

Jorge Palma no Porto


Na noite de S.João, de 23 para 24 de Junho, a Casa da Música promove uma série de concertos no espaço exterior. Ás 22h00 actua a Orquestra Nacional do Porto, à 1h00 Jorge Palma e ás 2h00 regrassam ao activo os Taxi para um concerto único. A entrada é livre!


Mais informações em: http://www.casadamusica.com/

Tiago Branco

domingo, junho 04, 2006

Parabéns Mestre

Tira a mão do queixo, não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou, ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas para dar
E enquanto alguns fazem figura
Outros sucumbem à batota
Chega aonde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém, não
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
E a liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo

Enquanto houver estrada para andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada para andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar

sexta-feira, junho 02, 2006

Jorge Palma no dia 10 de Junho na Praia da Vitória



No próximo dia 10 de Junho vai realizar-se um concerto no Auditório do Ramo Grande, na cidade da Praia da Vitória, concerto este de beneficência a favor da Filarmónica União Praiense.
Em palco estarão os Ynot Band, banda de Rock açoriana e Jorge Palma. Este evento tem os apoios da Câmara Municipal da Praia da Vitoria e da RTP-Açores.

Tiago Branco

terça-feira, maio 30, 2006

Ainda a Feira do Livro do Porto II

Godinho e Palma: os cantautores em debate

A música, as palavras e a relação entre ambas. Foi assim que teve início, na passada quinta-feira à noite, a actividade do Café Literário da Feira do Livro do Porto, com um debate submetido ao tema "Escritores de Canções". Dois dos mais ilustres exemplos nacionais da categoria estiveram na mesa: Sérgio Godinho e Jorge Palma. Ao lado, os jornalistas Nuno Galopim (editor do suplemento cultural 6ª, do DN) e Álvaro Costa, este último na qualidade de moderador.
A sessão, que cedo ganhou contornos de tertúlia, vinha a propósito do lançamento do livro Retrovisor (edição Assírio & Alvim), uma biografia de Sérgio Godinho assinada por Nuno Galopim - e disponível na feira a partir de amanhã. "Uma biografia musical, não pessoal", como se apressou a esclarecer o autor de Pano Cru. Mas, mais do que incidir nessa obra, novinha em folha, a conversa evoluiu para as dos dois "cantautores".
Na relação de forças entre música e letra, Godinho, que geralmente começa o seu processo de criação "por uma base musical", não define hierarquias: "São duas artes que se conjugam, preferencialmente não podendo prescindir uma da outra." Palma concorda, mas diz ter-se sentido sempre músico: "Nunca poeta e muito menos escritor, são designações que têm uma carga pesada. Sou poeta de rua, escrevo a propósito do que me inspira, mas de raiz sou músico."
Entre os dois há uma admiração mútua, sendo que o autor de Norte vê em Godinho uma "referência", já desde 72, altura em que tomou contacto com o seu primeiro álbum. "O Sérgio tem a ver com o que eu gosto de ouvir, com as minhas raízes." Do outro lado não se faz esperar o elogio: "O Jorge é um grande talento e escreve de uma maneira que eu reconheço. É o que se passa por exemplo com o Chico Buarque ou o Caetano, eu percebo como eles escrevem aquelas canções. Já o Zeca, foi--me sempre mais difícil compreender como lhe saíam aquelas coisas maravilhosas."
Fazendo a ponte para Retrovisor, cujo título, da autoria de Jorge Colombo, reflecte a ideia de "olhar para trás mas ter caminho para a frente", Sérgio Godinho afirmou que se deve dar a ler "sobre a música portuguesa, os seus criadores e a interacção entre eles". Três aspectos inscritos na obra de Nuno Galopim, como o próprio referiu: "Foi uma ideia que nasceu em 2001. Depois de muitas conversas e gravações, passei à escrita. Ouvi de fio a pavio não só os discos do Sérgio, como os dos que lhe eram satélites. Li entrevistas, acompanhei a História de Portugal... Estamos a falar de um autor cuja obra nos envolve num percurso musical importantíssimo, mas também social e político-"

Texto de Marcos Cruz in Diário de Notícias (www.dn.pt)

Tiago Branco

sábado, maio 27, 2006

Ainda a Feira do Livro do Porto...


"Jorge Palma, Sérgio Godinho e Nuno Galopim no primeiro debate da Feira do Livro sobre a música e a palavra


Os debates na Feira do Livro do Porto começaram sexta-feira sob o desígnio «Escritores de Canções». Jorge Palma, Sérgio Godinho e Nuno Galopim foram os protagonistas da conversa moderada pelo radialista Álvaro Costa.


Mesmo com 40 minutos de atraso, o espaço do Café-Literário na Feira do Livro do Porto encheu para ouvir falar sobre música. Os intervenientes da noite de sexta-feira foram Jorge Palma, Sérgio Godinho, Nuno Galopim e Álvaro Costa que teve a missão de moderar a conversa. «Escritores de Canções» foi o tema proposto e, a partir do qual, se discorreu sobre a música que se faz actualmente, sobre o boom de música portuguesa registada nos anos 80, sobre o papel que hoje têm as rádios, sobre uma nova geração que, ao nível dos cantautores, parece ser ainda muito incipiente. O mesmo não se poderá dizer do projecto carreira de Jorge Palme e de Sérgio Godinho, que fazem parte de uma geração em que o peso da palavra e da música ainda hoje marca a diferença no panorama da produção nacional. São escritores de canções cuja escrita é evidentemente mais apurada e pessoal desviando-se do vazio do “I love you and she love’s me”. Duas artes em que nenhuma prescinde da outra e que são trabalhadas de forma diferente. Jorge Palma tem uma origem instrumental de piano. Confessou que sempre se sentiu “músico” e apesar de não se considerar um poeta ou escritor, a certa altura sentiu “a necessidade de escrever canções”. Nesse momento, sofreu influências de Zeca Afonso e de Ary dos Santos, mas também de Sérgio Godinho sobre quem diz ser “uma referência”. Aliás, “«A Terra dos Sonhos» foi escrita a tentar imitar-te”, disse o ‘infant terrible’ a dada altura, acrescentando que todos os dias quando está a compor “nada vem do nada, pois há sempre qualquer coisa de que se gosta, como um livro ou um quadro, que nos marca e as influências que tenho dentro de mim acabam-se por se reflectir no que faço”. E, no seguimento da ideia do cautautor, Álvaro Costa indaga se este resiste às modas?, depois de Nuno Galopim ter aflorado os idos anos 80, onde a ideia de fazer brotar uma cultura pop/rock se associou ao desafio de compor em português. Sérgio Godinho retira dos ombros o peso ou a obrigação de “representar um todo, porque as pessoas não devem esperar de mim sempre o mesmo e não tenho necessidade de preencher as expectativas que elas possam ter, porque nós não somos os salvadores da pátria por falarmos da vida de uma forma múltipla”. Isto a propósito de uma outra questão que entroncou na importância dos cantautores na formação dos mais novos que não lendo livros, podem ter na música uma alternativa. E, aqui entram as rádios, que para Nuno Galopim “deixaram de exercer o seu espaço primordial de dar a conhecer tudo o que se faz. Aos mais novos apenas lhes é dado a conhecer o fácil e, por isso, não é um trabalho responsável de educação social”, acrescentando que “apesar de termos estado 10 anos embalados por uma espécie de sono de entretenimento, parece que estamos a despertar para o melhor da canção”.



Texto de Goreti Teixeira n´O Primeiro de Janeiro (www.oprimeirodejaneiro.pt)

Tiago Branco

sexta-feira, maio 26, 2006

Feira do Livro de Lisboa

No próximo dia 3 de Junho, pelas 17h, Jorge Palma e João Carlos Calixto apresentam Na Terra dos Sonhos (organizado por João Carlos Calixto) que é o primeiro livro onde se juntam os textos que Jorge Palma escreveu para a sua própria voz e para outros, desde a estreia em disco com o grupo Sindicato, em 1971, até ao último trabalho de originais.
Como complemento, surge uma discografia ilustrada e detalhada, permitindo situar cronologicamente cada um dos momentos criativos da sua carreira.

Tiago Branco

Fotos da Feira do Livro






E ficou a ideia no ar, segundo as suas palavras de lançar um álbum este ano...

Tiago Branco