segunda-feira, agosto 11, 2008
Jorge Palma ao vivo no Coliseu dos Recreios na RTP1
domingo, agosto 10, 2008
Jorge Palma em directo do Sudoeste
terça-feira, julho 29, 2008
Jorge Palma em entrevista à Douro FM
sábado, junho 07, 2008
Jorge Palma e Tim no Rock in Rio 2008
Cronologia do espectáculo:
20:01
Tim entra em palco para o último concerto de hoje do Sunset. "Um concerto inesquecível", anuncia uma voz das colunas.
O recinto conta com a maior concentração de espectadores da tarde de hoje.
As primeiras canções apostam em tons calmos e pacatos, distantes das do concerto dos Xutos & Pontapés no domingo passado.
Tim agradece a presença do público antes de apresentar a próxima canção, "O Último Barco".
Os ritmos apaziguados da música de Tim vão embalando o público que ocupa agora todo o espaço do recinto.
O vocalista dos Xutos & Pontapés instalou já sem dificuldades um ambiente de boa disposição, reforçado agora com a entrada em palco de Jorge Palma.
O ritmo continua calmo. Aos primeiros acordes da música Estrela do Mar, de Jorge Palma, a assistência bate palmas.
Tim anuncia o próximo tema, Voo Nocturno, como uma música feita para sobrevoar Lisboa e para conseguir ver todos, disse dirigindo-se para a assistência.
Num registo bem diferente do concerto dos Xutos e Pontapés, Tim e Jorge Palma cantam o clássico Circo de Feras e assistência reage efusivamente.
Depois a maior salva de palmas ouvida neste concerto, Tim respondeu ao apelo das pessoas "E salta Tim e salta Tim" com um "e salta público , e salta público". O êxito mais recente de Jorge Palma, Encosta-te a Mim, é a música que se segue.
O Fado do Encontro, música que Tim cantou em dueto com Mariza, foi baptizado agora pelo vocalista dos Xutos e Pontapés de Blues do Encontro, Para ajudá-lo na tarefa chegou Manuel Paulo , da Ala dos Namorados.
20:49
Zé Ricardo, programador do palco Sunset, entra em palco para cantar com Tim e Jorge Palma a música Frágil.
20:53
À Minha Maneira, dos Xutos e Pontapés, é até agora o momento mais rock deste concerto. Zé Ricardo, Tim e Jorge Palma cantam este clássico da música portuguesa.
O concerto termina com um abraço entre Tim e Jorge Palma. Quando vêm agradecer à frente do palco, Tim pega num bebé e ergue-o. Decidem tocar mais uma música, acedendo aos pedidos do público.
Circo de Feras é de novo cantada no Palco Sunset. Tim pede ao público para ajudar Jorge Palma desta vez.
O concerto de Tim e Jorge Palma termina sob uma chuva de aplausos. O último concerto do Palco Sunset foi o mais concorrido da tarde e foi também um encontro de amigos de longa data.
fonte: rock in rio
Entrevista final
Mais tarde serão colocadas fotos, filmes, e uma breve opinião sobre o concerto.
sábado, abril 12, 2008
Concertos@Optimus: Jorge Palma em Évora
Foi uma plateia bem recheada aquela que recebeu de braços abertos o sempre imprevisível Jorge Palma na Arena d’Évora. Com o sucesso do multi-platinado Voo Nocturno bem presente, o músico não se fez rogado e apresentou um alinhamento bem marcado por canções do passado. Revezando-se entre o piano e a guitarra acústica, Palma apresentou-se corajosamente sozinho, acompanhado apenas pelo filho Vicente Palma em alguns temas.

Depois de uma entrada discreta em palco, o músico agradeceu as boas-vindas do público com os versos emblemáticos do clássico «Hit the Road Jack». Parco em palavras, iniciou o concerto com «O Meu Amor Existe», servido em guitarra furiosamente arranhada. Alguém no público ri no final da canção e com uma jocosidade desarmante, Palma responde: «É tão bom ser palhaço. Quando se ganha bem então…». Irrompe entre gargalhada geral o «Tempo dos Assassinos».

Palma senta-se então ao piano e, em jeito clássico, dilui-se por entre os versos encantatórios de «Voo Nocturno» e deambulações instrumentais. O velhinho «Frágil» tem coro assegurado pelo público e a mestria ao piano rende-lhe os primeiros aplausos entusiastas da noite. Entre imperceptibilidades e improvisos, a voz de Palma vai-se soltando e alia-se à força das teclas para o emblemático e velhinho «Só».
A pausa para a água descamba em risada quando o músico pede «Agora a seguir queria uma cerveja, se faz favor». Bem concentrado e com melodia solene em pano de fundo serve o fantástico «Disse Fêmea», um dos momentos altos da actuação. «Dá-me Lume» desponta – o público colabora na hora – e mesmo com algumas nuances menos felizes, soa belíssimo como sempre.
Quando surgem «Valsa dum Homem Carente» e «O Centro Comercial Fechou» (primeiro regresso a Voo Nocturno) a audiência já está completamente rendida. É então que Palma apresenta Vicente e troca novamente para a guitarra, entregando as teclas ao filho. Ainda em modo Voo Nocturno apresenta «Abrir o Sinal», dá um novo e prolongado golo na cerveja e de rajada toca «Jeremias, o Fora da Lei», «Na Terra dos Sonhos» e «Maçã de Junho», resgatados ao passado para serem apresentados a duas guitarras e em duelo vocal.

Novamente sozinho, Palma exclama: «É, vou tocar esta», ri-se e ataca «Encosta-te a Mim». Um ligeiro percalço de dicção e o tema que anda nas bocas de meio mundo faz despontar um coro afinado que sobe de tom para acompanhar o piano. Vicente regressa ao palco para «A Gente Vai Continuar» e a despedida faz-se a dois e com o público a aplaudir em pé. Em encore, a versão dramática agridoce de «Canção de Lisboa», com final acelerado, e «Vermelho Redundante», tema co-escrito por Carlos Tê para Voo Nocturno encerram o concerto em beleza.
Jorge Palma provou, mais uma vez, que consegue transformar as suas fraquezas em forças. A voz sedutora, o piano tocado primorosamente e a atitude descontraída conquistam qualquer um. Voo Nocturno pode ter acordado o público novamente para um músico ímpar, mas em abono da verdade são os temas do passado que o asseguram, aos olhos de todos, como um dos nomes mais importantes de sempre da música nacional."
Alinhamento:
«O Meu Amor Existe»
«Tempo dos Assassinos»
«Voo Nocturno»
«Frágil»
«Só»
«Disse Fêmea»
«Dá-me Lume»
«Valsa dum Homem Carente»
«O Centro Comercial Fechou»
«Abrir o Sinal»
«Jeremias, o Fora da Lei»
«Na Terra dos Sonhos»
«Maçã de Junho»
«Encosta-te a Mim»
«A Gente Vai Continuar»
____
«Canção de Lisboa»
«Vermelho Redundante»
Texto: Mário Rui Vieira
Fotos: Jorge Padeiro/agenciazero.net
Fonte: blitz
sábado, março 08, 2008
Jorge Palma fala de Voo Nocturno, de Encosta-te a Mim e do seu actual panorama artístico
Desse mesmo registo chega-nos agora uma análise do próprio artista ao seu sucesso actual, ao fenómeno Encosta-te a mim... e para saber mais, basta assistir ao vídeo.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Jorge Palma revela detalhes do concerto no CCB
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Jorge Palma no Seixal ( actualização )
Clicando aqui podem aceder à edição de 9 de Fevereiro do Jornal do Seixal gentilmente enviado ao Blogue pela jornalista Mónica Almeida. Na página 13 deste mesmo podem ler uma reportagem da referida jornalista que inclui uma entrevista ao Jorge Palma. A mesma reportagem poderá também ser facilmente lida no blogue da jornalista.
Aqui fica um álbum com algumas fotos deste dia:
![]() |
| Jorge Palma no Seixal |
O Blogue Palmaníaco agradece a Mónica Almeida todos os documentos e imagens cedidas.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Jorge Palma no Jornal de Notícias
Jorge Palma junta-se ao movimento UPA
A partir de Janeiro, e ao ritmo de uma música por mês, serão dadas a conhecer várias canções gravadas em dueto pelos músicos.
Jorge Palma fará dupla com os Clã.
O projecto, em cuja concepção participou Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, terá direcção artística e produção de Nuno Rafael (Humanos, Sérgio Godinho).Cada um dos temas a gravar tem por inspiração duas palavras (e realidades) antagónicas. As músicas estarão disponíveis no site da Encontrar-se - Associação de Apoio às Pessoas com Perturbação Mental Grave.
Aqui fica o alinhamento previsto:
Janeiro - Xutos & Pontapés + Oioai (discriminar/integrar)
Fevereiro - Rodrigo Leão + JP Simões (negar/assumir)
Março - Camané + Dead Combo (separação/união)
Abril - GNR + The Gift (medo/compreensão)
Maio - Sérgio Godinho + artista por confirmar (culpa/tolerância)
Junho - José Mário Branco + Mão Morta (vergonha/aceitação)
Julho - Da Weasel + artista a confirmar (dependência/autonomia)
Agosto - Paulo Gonzo + Balla (ofender/respeitar)
Setembro - Mariza + Boss AC (desespero/esperança)
Outubro - Jorge Palma + Clã (solidão/fraternidade)
in Blitz
domingo, dezembro 30, 2007
Jorge Palma recebe o Duplo Platinado "Voo Nocturno" Video
Imagens gentilmente cedidas por: http://hermanjose.blogs.sapo.pt/
domingo, dezembro 23, 2007
Jorge Palma recebe o Duplo Platinado "Voo Nocturno"
A sua actuação valeu-lhe múltiplos aplausos por parte do público que mais uma vez se empolgou com este Encosta-te a mim.
sábado, dezembro 22, 2007
Jorge Palma na Blitz de Janeiro

domingo, dezembro 09, 2007
"Boa Noite Alvim" com Jorge Palma
O programa repete quarta-feira às 02.00h, quinta-feira às 05.00h e domingo às 23.00h.
segunda-feira, novembro 26, 2007
Jorge Palma na Rádio
Jorge Palma, numa longa conversa, fala a Madalena Balsa acerca do livro, da banda, do filme, da peça de teatro e da viagem da sua vida. Este link é uma reposição de outro colocado na altura, e que se encontrava inactivo.
Clicar aqui para download.
A 21 de Setembro de 2007, na R.F.M, no mesmo dia em que subiu ao palco do Centro Cultural Olga Cadaval, Jorge Palma foi acordar Portugal no "Café da Manhã":
Jorge Palma falou à R.F.M sobre o seu novo single, a sua guitarra roubada, protagonizando ainda momentos inéditos como uma imitação de Rui Reininho e uma versão modificada de Encosta-te a Mim. Demonstrou ainda, um brilhante domínio da língua italiana, entre outros hilariantes momentos.
Clicar aqui para download.
Imagem retirada de: http://www.rfm.pt/
André Sebastião
Luís Gravito
sábado, novembro 24, 2007
"Jorge Palma leva Coliseu do Porto ao delírio
quarta-feira, novembro 21, 2007
Coliseu dos Recreios na Comunicação Social

Jorge Palma : Em voo rasante no Coliseu dos Recreios
Poeta, cantor, desalinhado. Autor e compositor e um mestre a criar canções. Um mestre da palavra escrita e cantada. Um cantor que ganhou asas e voou. Num voo nocturno.
A entrada em palco foi tranquila. De guitarra na mão apresentou-se ao público com «Rosa Branca». Um momento de rock para abrir o concerto esgotado, de ontem à noite, no Coliseu dos Recreios.
E assim começou uma espécie de voo rasante sobre o amor, confirmado logo na música seguinte: «Voo Nocturno». A faixa que deu o nome ao último álbum foi retirada do imaginário de Saint-Éxupery e fala-nos de um Jorge Palma que se «sente mais leve do que o ar». E que não resiste - «sem saber resistir (...) não sei onde vou acordar».
Jorge Palma é um poeta de voz rouca. Um homem de palavras escritas. Escritas para cantá-las. Mas um homem de poucas palavras em palco. Talvez porque jurou fidelidade à escrita, viajou de música em música à guitarra ou ao piano sem grandes comentários. Não é um show man. Pelo contrário. Aparenta simplicidade mas muita sensibilidade. E foi dando pistas: «Só por existir/Só por duvidar/Tenho duas almas em guerra/E sei que nenhuma vai ganhar» disse-nos no tema «Só».
«Vermelho redundante» e «Quarteto de Corda» foram os temas que antecederam o primeiro desabafo ao microfone «É tão bom!». Uma resposta de Jorge às palmas que traduziram desde cedo o agrado do público.
«Olá (cá estamos nós outra vez)» foi o primeiro momento intimista da noite. Sentado ao piano desafiou as notas para acompanhar «Entre o ócio e as esquinas/Ganhei o vício da estrada». Um tema melancólico com uma batida forte.
As palmas, essas, também foram fortes, mas mesmo assim não conseguiram abafar o grito de alguém da plateia «Ó Jorge!» O músico respondeu: «Mas não sei o teu nome...»
Mas o público sabia e acompanhou em coro «o Bairro do amor». Jorge pareceu contente, soltou um grito e agradeceu ao amigo Cristovão, à Inha e à Paula Freitas todo o apoio.
Também não esqueceu o público e aproveitou para finalmente o brindar com o tão desejado «Encosta-te a mim».
O passado foi ainda revisitado com os temas «Frágil» e «Dá-me lume» que antecederam o momento de passar à crítica social. «O Centro Comercial fechou» é uma balada tocada ao piano que vai contando uma história. Do passado e do presente porque «enquanto houver saúde/há que cuidar do aspecto, fazê-lo parecer natural/por mais que seja cruel, não há ninguém que ajude».
«Valsa de um homem carente» e «Estrela do mar» antecederam «Gaivota dos Alteirinhos». Um tema que nos fala da praia dos Alteirinhos, na Zambujeira do Mar, um paraíso do qual Jorge Palma é fã, foi acompanhado pelo som do acordeão de Gabriel Gomes.
E não faltou o pássaro que assim voltou ao cenário. Ao longo de todo o espectáculo o público pode observar o mesmo pássaro que surge na capa do CD a surgir e a desaparecer do cenário. Os mais criativos podem imaginá-lo a voar sobre o palco e a pairar, sempre que solicitado, por cima da cabeça de Jorge Palma. Uma imagem projectada que dá ao público mais atento a sensação de movimento. Como se de um voo se tratasse! Um voo nocturno
«Ai, Portugal, Portugal/De que é que tu estás à espera?» ganhou ritmo para a despedida de Jorge Palma e a banda «Os Demitidos». Vários focos de luzes a rodar na direcção da plateia anunciavam o fim do espectáculo. Porque depois de apresentar os músicos um a um, Jorge Palma abandonou o palco sem mais palavras.
Essas ficaram bem guardadas para serem cantadas no único encore da noite. Depois dos aplausos insistentes da plateia, Palma regressou e afirmou ir cantar apenas mais «duas para a estrada». A mesma a que a meio do concerto se referiu dizendo que «pode matar, mas dá muito gozo!»
«Canção de Lisboa» foi um tema dedicado aos lisboetas que disseram presente no Coliseu dos Recreios mas «A gente vai continuar» encerrou definitivamente o espectáculo. Talvez um aviso à navegação: «Enquanto houver estrada para andar, A gente vai continuar»
O que poderia ter sido uma noite de festa acabou transformada em semi-desilusão. As brilhantes canções de Jorge Palma acabaram atraiçoadas por algum desleixo, evitável.
Dizem as más-línguas que já não tem graça ver Jorge Palma em cima de um palco sem estar ébrio, incapaz de encontrar o microfone ou sequer de não acertar uma letra. Não terá sido que se passou nos Coliseus dos Recreios mas a noite de celebração de uma carreira acabou por se ficar pela intenção.
Com a voz afectada por uma faringite aguda e um espectáculo mal preparado, foi difícil disfarçar algumas das fragilidades que Jorge Palma apresentou ao longo do seu percurso. «Vamos ver o que esta dá», disse a determinado momento, mas a responsabilidade era demasiado grande para entregar aquele momento ao acaso.
O alinhamento incoerente e com demasiadas pausas entre as canções quase fez esquecer brilhantes passagens por «Frágil», «Só» e «Na Terra dos Sonhos». De resto, foi sozinho, sentado ao piano, que Jorge Palma, mais uma vez, se mostrou à vontade, ao contrário do tempo em que foi acompanhado pelos Demitidos.
Não se trata de uma questão de falta de qualidade da banda, bem pelo contrário, mas de interacção, para que desastres como «Dá-me Lume», sejam evitados. De resto, a duração reduzida do espectáculo (cerca de uma hora e meia) acabou por não ser contestada pelo público, o que não é um bom sinal.
Foi ao som de Rosa Branca que Jorge Palma entrou em cena para uma noite que, à partida, parecia ganha tal o entusiasmo logo manifestado nos instantes que antecederam a subida ao palco. Palmas ao compasso, e muita electricidade, com a banda a mostrar, desde logo, que faz parte do corpo das novas canções do músico. A Voo Nocturno voltou para o segundo tema. À terceira música, Jorge Palma sentou-se ao piano e, aí, nasceu o primeiro grande momento desta noite de celebração. A plateia reconheceu as notas de Só e reagiu ainda mais calorosamente. Aplausos são muitos. E alguns cantam com Palma, mostrando saber as letras de cor. Já o esperávamos, mas era chegada a hora da constatação: o triunfo, mesmo com uma voz longe do seu melhor, confirmava-se.
terça-feira, novembro 20, 2007
Jorge Palma ao Diário de Notícias
As memórias de Jorge Palma em forma de histórias e canções
Do jazz ao 'punk', o músico lembra referências , na televisão rodava The Biggest Bang, o mais recente DVD dos Rolling Stones, gravado ao vivo. Ao fundo da sala, dois pianos, uma guitarra e folhas soltas, entre poemas, músicas e contas por pagar. Forrando as paredes, livros, filmes e - sobretudo - música. Vinil religiosamente guardado e CD distribuídos entre estantes e gavetas. Antes da visita aos coliseus (Lisboa e Porto, entre hoje e quinta--feira), visitámos a morada de Jorge Palma. O trovador abriu as portas da sua discoteca, contou histórias feitas de canções e revelou segredos entre discos.
